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Desafio de Escrita

Tema #2.4 - Drama

07
Mar20

Quem nunca viu as analises ou exames que o médico passou e foi ver os resultados no Google para traduzirem a linguagem mais acessível. Ou descrever vários sintomas para dr.º Google fazer o diagnostico.

Devo dizer que uso muito aqui no trabalho para perceber as alterações de terapêuticas porque os médicos acham que todos somos Dr.º como eles. Ou mesmo conhecer novos medicamentos de mercado que médico é que conhece. Mas devo dizer que nem o Google tem todo o conhecimento, mesmo assim dá muita informação duvidosa até porque os médicos quando precisamos deles ficam magicamente indisponíveis temos de recorrer ao dr.º Google.

Tema da semana: O Google está errado

Drama escreve aqui

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Tema #2.6 - Ana Sofia Neves

07
Mar20

Oh não, um vírus outra vez! É claro que o bando quer que se fale do Corona, mas como sou do contra, vou falar do outro vírus e vou deixar um aviso à navegação:

“CUIDADO COM AS PASSWORDS QUE ESCOLHEM”

Ora bem, quem nunca apanhou um vírus no computador ou telemóvel que atire a primeira pedra. Eu, desde que me rendi à “maçã”, nunca mais me chateei com esses bichos, mas:

“Era uma vez, uma menina que gostava de sacar umas coisitas da net para o pc, desde jogos, filmes, séries, músicas e outras coisas mais. Um dia, o pc ficou esquisito e já nem ligava. Levou-o à “oficina” e lá ficou para fazer a “revisão”. Descansada, vai trabalhar e nem se lembrou que o pc tinha uma password um bocado esquisita. Durante a tarde, estava ela numa reunião, ligam-lhe a perguntarem a password do pc. Ela ficou branca, azul, vermelha, preta... não só por ter de dizer a pass como, ainda por cima, ter de  dizê-la em voz alta na reunião. Foi assim:

- Nós precisávamos da pass do pc?

- Como?! A pass?! – disse apavorada.

- Sim, para conseguirmos entrar no pc.

- A pass é “jásintoleitecápelorego”, tudo junto – disse baixinho.

- Como?! Não percebi? Pode repetir, por favor?

- Jásintoleitecápelorego, tudo junto – disse, agora com o pessoal da reunião toda a olhar e a rir.

- Pode soletrar?

- Só podem estar a brincar!!!

Lá soletrou,  a muito custo e já a rir e foi a paródia total. Não se fez mais nada na reunião e nunca mais coloquei pass esquisitas.”

 

Por isso, oh não, um vírus outra vez!!!

Tema da semana: Oh não, um vírus outra vez!

Ana Sofia Neves escreve aqui

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Tema #2.6 - Isabel Silva

07
Mar20

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Sílvia e Ana Maria estavam no laboratório, rodeadas de pipetas, lamínulas e toda a parafernália necessária para o estudo epidemiológico que tinham em mãos, preparando as amostras devidas para subsequentemente serem analisadas e observadas ao microscópio. 

Ana Maria bocejou sem conseguir disfarçar, após 10 horas em pé com raros descansos no banco em que se sentava, quando tinha que ir ao famigerado microscópio.

O que acontecia naquela sala, repetia-se por todo o edifício há já 2 meses. Ou seja, todas as salas de todos os andares, viviam aquele frenesim, cheias de trabalho e de gente quase a cair para o lado, devido ao pouco descanso que tinham, depois de terem acedido ao pedido da direcção, para tentarem com a maior urgência possível, descobrir o que se passava com um vírus que estava a alarmar o mundo, com o nº de infectados a aumentar todos os dias.

Não era tão inusitado assim, quando há 7 anos atrás já tinham sentido a preocupação e o medo inerente a algo que não era reconhecido no mundo da microbiologia e da virologia. Felizmente não tinha sido difícil de resolver na altura, e isso esperavam agora, resolvê-lo também.

Quando conseguiram 15 m. para beber um café e descansarem os olhos de toda a pressão a que estavam sujeitas, Sílvia e Ana Maria sentaram-se finalmente na cantina, onde se encontravam 3 outros membros daquele bravo pelotão de ataque a fazer o mesmo. Aqueles eram momentos preciosos para poderem continuar.

- Sabes, estou bastante assustada com este bicho, tem características tramadas, espero bem que possamos fazer alguma coisa - comentou Sílvia.

- Tens razão, nunca tínhamos tido dentro do país, tantas pessoas afectadas. Todos os dias aumenta o nº, e as mortes ultrapassam significativamente o que já vimos anteriormente.- a expressão de Ana Maria era de real preocupação.

- Sinto-me orgulhosa das condições que aqui temos, e dos estudos que estamos a levar a cabo.

- Sim, mas não é suficiente para chegarmos a conclusões satisfatórias, temo que demoraremos meses, e não me parece que tenhamos tanto tempo para o fazer.

- Lembras-te do que o Professor "Não sei das quantas" disse ao princípio? que o vírus não se dava com o nosso ar húmido e com o iodo das nossas praias, que o nosso país estava protegido.

- Pois é, até as cabeças mais bafejadas pela inteligência, dizem bacoradas. Vamos mas é voltar para a nossa bela sala esterilizada e fazer por salvar a humanidade desta catástrofe.

10 dias mais tarde, fariam a descoberta que levaria à vacina do vírus que neste momento tanto as preocupava.

Tema da semana: Oh não, um vírus outra vez!

Isabel Silva escreve aqui

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Tema #2.6 - Fátima Cordeiro

07
Mar20

Dois dias depois de enviar a carta à mãe Scott descobriu-se doente de novo. Tinha febre, dor torácica e calafrios.
– Oh no, a virus again!
Três dias depois de enviar a carta à mãe Scott voltou ao hospital. A história repetiu-se: ficou até de madrugada e reencontrou Guilherme.
Detectaram a Guilherme uma gripe comum. Este tinha-se esquecido de tomar a vacina nesse ano. Guilherme ficou aborrecido com os médicos por não lhe detectarem coronavírus.
Guilherme –Será que tenho o coronavírus? COVID-19 é o nome oficial, atribuído pela Organização Mundial da Saúde, à doença provocada por um novo coronavírus (SARS-COV-2). Os médicos não sabem detectar nada!
Scott – Mas o senhor viajou recentemente? Ou esteve em contacto com gente que tenha viajado para a Ásia ou na Itália?
Guilherme – Sabe que no hostel entra e sai muita gente. E comemos todos dos mesmos pratos. Pode ser que alguém me tenha transmitido algum vírus e eu não desse conta. Eu lavo mais vezes as mãos que antigamente mas… nunca se sabe!
Já a Scott detectaram uma pneumonia. Teve de ficar internado dois dias, a tomar antibióticos. Apanhou uma seca, salvo as visitas da Jasia e da sua mãe. Depois de ter alta, Scott leu na internet que a melhor forma de prevenir uma pneumonia é ter hábitos saudáveis: evitar o álcool, ter uma alimentação saudável e praticar actividade física, como caminhar e correr. Scott ficou a pensar no assunto e planeou uma caminhada todos os Domingos.

Tema da semana: Oh não, um vírus outra vez!

Fátima Cordeiro escreve aqui

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Tema #2.6 - Ana de Deus

07
Mar20

Matrix

querido diário,

a meio da manhã recebi um email de uma amiga querida que dizia: Fotos das férias. com um sorriso nos lábios, cliquei para ver e - imediatamente - o vírus entrou no sistema. os informáticos já tinham detectado a invasão e já andavam pela empresa a curar os computadores. nesse dia ninguém conseguiu trabalhar. havia um vírus na matrix. e eu senti-me uma idiota. só abri o email porque adoro esta amiga de coração pleno. e fiquei triste por ser uma trapaça.

Tema da semana: Oh não, um vírus outra vez!

Ana de Deus escreve aqui

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Tema #2.6 - Biiyue

07
Mar20

"Alerta Vermelho! Alerta Vermelho! Pede-se a todos que se dirijam ao salão principal!"

Silêncio! Isto é um comunicado importante e não me vou voltar a repetir! Está na altura de lançarmos novamente o pânico entre os humanos, esses sujeitos que tem um cérebro mas em casos como este não o saem usar propriamente. Houve uma fuga da nossa estirpe e agora vamos invadir o mundo e infetar o máximo de humanos, apesar de não sermos assim tão mortais como os nossos primos uns anos atrás e em grande parte dos casos vamos ficar inativos. Os social media estão a fazer excelente trabalho em gerar o pânico, sem divulgar o que é realmente importante, ou seja, a grande maioria dos humanos anda em pânico constante e já esgotaram todas as máscaras e desinfetantes. A economia esta a começar a tremer e já existem fronteiras fechadas. Vamos dar sintomas de gripe e em alguns casos pneumonia, mas só seremos mortais para pessoas vulneráveis, sigam esse protocolo e estão proibidos de gerarem uma mutação, por isso usem proteção! Sendo assim o objetivo principal é infetar pessoas, e podem ter ou não sorte do vosso hospedeiro ir apresentar sintomas.

Mais uma coisa Portugal é um pais que esta mortinho para ter  casos para não ficar em desvantagem, por isso vejam la se conseguem infetar um humano, para os inúmeros canais de noticias de 24h terem um título de que se possam orgulhar. Irão encontrar humanos que estão perfeitamente calmos e que sabem seguir as usuais regras de lavar as mãos e ter cuidado ao tossir, podem tentar a vossa sorte mas já sabem que podem conseguir não sobreviver. Acho que não preciso de dizer que esta é uma missão um pouco suicida, mas fomos criados para isto, controlar grandes populações, apesar de rapidamente terem descoberto o nosso genoma, mas mais uma vez os humanos não querem parar para pensar e ir ao cerne da questão.Vamos esperar que se mantenham assim e não descubram facilmente a vacina que já esta debaixo do nariz deles. Estão todos dispensados, vão meus filhos, voem, procriem e sejam livres...

Tema da semana: Oh não, um vírus outra vez!

Biiyue escreve aqui

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Tema #2.6 - Silvana

07
Mar20

Insistem em tratarem-me como se fosse do género masculino. Odeio quando me cruzo com o comentário “Oh não, um vírus outra vez!”. Digo-vos só apetece gritar “Nããããoooo! Têm que dizer: Oh não, uma vírus outra vez!”. Então, se utilizam a palavra virose, no feminino, porque não colocar-me a mim Vírus no feminino? Será que não compreendem que tenho mais de feminino do que masculino? Já olharam bem para as minhas características e comportamentos? Claro que não! Porque se tivessem perdido um pouco de tempo a olhar bem para mim, sem a visão toldada pelo pânico, iriam perceber o meu lado feminino e guerreiro.

Ora vejamos, enquanto vírus uma das nossas grandes características é a facilidade de propagação. Conseguimos atingir diferentes seres humanos, em simultâneo e num curto espaço de tempo. Somos rápidas e eficazes. Só as mulheres têm uma grande capacidade de fazer várias coisas ao mesmo tempo sem que nada fique comprometidos. O seu pensamento ramifica-se de acordo com as exigências necessárias. Veem? São como eu.

Tenho a capacidade de sofre mutações genéticas. Quem é que consegue se transformar e adaptar às necessidades da sociedade? As mulheres, está claro! Passam de um compromisso profissional para um encontro informal num piscar de olhos! São verdadeiros mutantes sociais.

Só somos visíveis ao microscópio eletrónico, tal como a verdadeira essência feminina que só é visível aos olhos daqueles que perdem tempo a conhecê-la verdadeiramente. Só quem investe nas relações afetivas é que consegue perceber bem a essência das mulheres, assim como as viroses só são conhecidas com recurso a um microscópio especial.  

Somo apelidadas de parasitas! Ora parasitas são aqueles que se aproveitam dos hospedeiros. Quem melhor do que a inteligência feminina para tirar o melhor partido das situações e das pessoas? Só uma mente inteligente se pode tornar em alguém capaz de utilizar melhor a energia que está à sua volta. Pronto, não pode ser tudo características 100% positivas. Todas as criaturas do mundo têm arestas mais obscuras.

Como veem, tudo em mim transpira feminilidade. Tenho tanto de delicada (facilmente fragilizo aqueles que se cruzam comigo) como de resistente (é preciso um batalhão de antibióticos para me destruir). É assim a alma feminina: livre, delicada e resistente.

Por este meu discurso podem perceber a minha indignação. Não quero ser tratada no masculino, quero ser olhada e respeitada como mulher. Será que agora estão dispostos a mudar-me de género?

 

Tema da semana: Oh não, um vírus outra vez!

Silvana escreve aqui

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